quinta-feira, 7 de abril de 2011

   

São memórias,quem sabe reais.
Não se sabe o que de certo é certo.
Se a vida é um julgo de porquês e teorias.
Mais e por trás disso?
Coisas impensáveis,quem sabe até um mundo mágico,onde suas fantasias são reais,seus sonhos são vivos, e você se encontra em plena festa.
Talvez seja lá que todos nos deveríamos estar,pelo menos pra tirar férias dessa vida cômoda,pra ter um escape, um momento único.
(...)Mesmo que o mundo dos sonhos fosse real,ao que ao certo não se sabe,não sabemos como nós,nos sentiríamos se tudo fosse perfeito,aonde e em quem colocaríamos nossa culpa? Que historias teríamos? Qual seria o ciclo?
Somos ocupados demais pra viver,e desocupados demais pra nos limitar...talvez por isso o que nos resta sempre é ‘tentar’

È amor mesmo que mude.

É amor mesmo que mude,que se passe dias,meses anos.
È amor mesmo com toda raiva,com toda briga, e com toda dor.
È amor mesmo que estranho,maluco e assustador.
È amor na despedida,na saudade,na partida.
È amor,na lágrima e na dor.
È amor ,nesse instante,infinitamente.
È amor ,discreto,notável,plausível e amável.
È amor,rude, com sorrisos,é frio na barriga e arrepios.
È lógico e confuso,é amor
È amor,sem definição, sem causa,sem regras e com memórias.
È surreal e passageiro.
(...) simplismente amor.