segunda-feira, 11 de julho de 2011

.

O vento cortante ,batia batia forte,as janelas se contorciam como pessoas na hora do adeus,
mais o vento se fazia imponente ,agitava meus cabelos,transpassava meus olhos úmidos,me fazendo parar.
Me calei e ali esperei esperei...E devagarinho agora ele soprava,eu não tinha mais medo,aquilo não me machucava.
O ar limpo,o vento fresco que agora me cercava passava a sensação de mudanças,a sensação de ser leve,batia tão devagar e me carregava e por cima de tudo eu estava,tão frágil tão forte ,tão cortante,tão leve..