quinta-feira, 7 de abril de 2011

È amor mesmo que mude.

É amor mesmo que mude,que se passe dias,meses anos.
È amor mesmo com toda raiva,com toda briga, e com toda dor.
È amor mesmo que estranho,maluco e assustador.
È amor na despedida,na saudade,na partida.
È amor,na lágrima e na dor.
È amor ,nesse instante,infinitamente.
È amor ,discreto,notável,plausível e amável.
È amor,rude, com sorrisos,é frio na barriga e arrepios.
È lógico e confuso,é amor
È amor,sem definição, sem causa,sem regras e com memórias.
È surreal e passageiro.
(...) simplismente amor.

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